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Medicina Ortomolecular

A Medicina Ortomolecular tem como objetivo básico manter ou buscar o estado de saúde por meio do equilíbrio metabólico das moléculas que compõem nosso organismo. Quando o equilíbrio é comprometido, determinando uma desorganização molecular, adquirimos doenças. A terapia ortomolecular é associada ao conceito de Oxidologia (que se dedica ao estudo dos radicais livres), fenômeno que acontece utilizando oxigênio como fonte principal para sua formação. Os radicais livres apresentam desvantagens enormes ao organismo quando a sua produção supera a capacidade antioxidante natural do organismo. E nessas condições de adversidade para o corpo humano poderão ocorrer situações patológicas desencadeadoras de quadros de inflamações e degenerativos para os tecidos corporais. A medicina ortomolecular tem como objetivo cuidar da saúde da população, obtendo os benefícios terapêuticos por meio da reincorporação do indivíduo à sociedade, permitindo que ele possa realizar suas atividades cotidianas desfrutando das melhores condições físicas, sociais e mentais. E isso só é possível à medida que compreendemos melhor como funciona a bioquímica, assim como os componentes biomoleculares de nossos tecidos. As aplicações, na prática, dos conceitos ortomoleculares e antioxidantes são excelentes caminhos de opções terapêuticas, visando o bem-estar do paciente, vida com qualidade e longevidade.

Medicina Integrativa?

Aprovada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a adoção da medicina integrativa em tratamentos tem ganhado espaço e relevância nos centros médicos mais importantes do mundo como Harvard, Universidade de Duke entre outras. O Brasil está na vanguarda e já segue esse caminho nos âmbitos público e privado. Instituições como Unifesp, Hospital Sírio Libanês e Hospital Albert Einstein têm ministrado cursos e especializações com foco nesse tema, que atrai cada vez mais pacientes em busca de tratamentos naturais, com o mínimo de efeitos colaterais. No sistema público brasileiro, fitoterapia (tratamento com plantas medicinais), homeopatia, meditação e acupuntura já são oferecidas e amplamente utilizadas pela população.

A medicina integrativa busca promover saúde para o corpo humano como foco principal, pois compreende que as doenças não entram num corpo saudável. E, caso exista alguma doença, ela será mais facilmente eliminada ou abrandada pela resposta de cura inata do corpo, portanto, o processo vai além de reequilibrar o organismo, prevenir novas crises e/ou tratar os problemas pontuais (de saúde já existentes).

A medicina integrativa avalia e estuda desde o metabolismo bioquímico do paciente até os processos relacionados ao estresse e outras questões psicoemocionais, comportamentais, sociais, ambientais e espirituais que desequilibram corpo e mente de cada indivíduo.

Fazemos uma avaliação extensa do histórico e dos sintomas do paciente, de modo a personalizar o atendimento e elaborar um diagnóstico cuidadoso e preciso, visto que a saúde humana tem uma grande complexidade de interações dos hábitos de vida, emoções, hábitos, alimentação, ambiente que vive, Todos os fatores que influenciam a saúde, o bem-estar e a doença são levados em consideração. A partir daí, integramos o ocidente e o oriente, ou seja, usamos procedimentos convencionais e terapias complementares, com o objetivo de prevenir doenças ou restabelecer o equilíbrio corpo-mente do paciente, possibilitando sua recuperação de forma mais saudável, natural e minimamente invasiva.